02 de Agosto de 2014, Don D.

Quantas moedas de ouro
Quantas mãos cheias
Quantas carteiras
Quantos cofres
Com quantos tostões, mirrés, pesos, cruzeiros e euros
Com quantas pratas, ouro e bronze
Me fala com quantas migalhas se pode comprar o amor?
Não se pode comprar?
Então por que vives de migalhas de restos desse sentimento negado por ele?
Consegues saciar sua fome? Sua sede? Com tão pouco?
Enquanto tu transborda, tua cheia, teu amor, enquanto ele bebe e não agradece uma gota sequer, ate quando, até quanto, você vai se cegar perante esse tolo e sem futuro amor?

28 de junho de 2014, Don D.

As vezes procuro vontade de amores serenos, amor pleno e repleto de paixão, fogo de tentação. Às vezes, penso em ser contra o que diz meu amigo que “sinto-me entediado com a felicidade” e será mesmo que pode-se ter tédio de um sentimento tão almejado e querido por todos? Nossa, é o amor, felicidade de duas metades inteiras, juntas somando em um relacionamento duradouro de que estamos falando, certo? Então, será que sou tão frio assim? Creio que no mais intenso pensamento que tenho é que ainda não estou pronto para nada que eu possa interferir na vida de uma outra pessoa e uso isso como resposta para as questões acima.

07 de Abril de 2013, Don D.

Todos nos em algum momento da vida temos aquela crise existencial, nos lutamos e gritamos em silencio, uma batalha dura entre você e seu eu, de quem em certo você é e por que é e se quer continuar a ser, horas desistir de viver só por falta de resposta final, aquela certa e certeza de que a vida que vivo é boa e que sou bom em viver.